4 e 5 de maio de 2011

Acompanhei com muita felicidade o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo pelo Supremo Tribunal Federal nos últimos dias 4 e 5 de maio de 2011. Confesso que nenhuma apreensão tive, durante o processo de votação, com relação a uma possível negativa por parte dos magistrados. Seria um gigante retrocesso de nossa democracia – e do próprio sistema político brasileiro – uma recusa ou uma postergação ad infinitum do que já há muito tempo é fato, pois como diz a máxima do direito “dos fatos é que nasce o direito”.

Segue, no entanto, nosso combate diário, nós, brasileir@s que não nos contentaremos até que nossas sociedades – e aqui faço referência à Latinoamérica como um todo – não mais contemplem formas de discriminação, quer intitucional (como é o caso da negativa de direitos) quer social (homofobia). É necessária a militância nas casas, nas escolas, nas igrejas e, sobretudo, nas instituições universitárias, movendo nossas práticas acadêmicas – nossa teoria, pois teoria é ação, para citar o professor francês Antoine Companion – no sentido da mudança de paradigmas fossilizados.

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~ por chlucaslima em maio 7, 2011.

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